Imagine que conhece um homem e se apaixona loucamente. E é
recíproco. São almas gémeas. E um dia ele desaparece sem deixar rasto.
É o que acontece a Sarah. O seu primeiro encontro com Eddie é
acidental mas tão intenso que não voltam a separar-se durante sete dias. São
dias mágicos em que partilham tudo e se dão a conhecer sem reservas. Sabem que
o que sentem um pelo outro é profundo e verdadeiro. Até que ele parte numa
viagem breve. Promete telefonar. Mas não telefona.
Nunca mais.
* * *
Sete dias perfeitos e então ele desapareceu. Imagine a
seguinte situação: você conhece um homem, vocês passam sete dias maravilhosos
juntos, e você fica apaixonada. E o que é melhor: o sentimento é recíproco.
Você nunca teve tanta certeza de algo na vida. Então, quando ele parte numa
viagem de férias agendada há muito tempo e promete te ligar para o aeroporto,
você não tem nenhum motivo para duvidar disso. Mas ele não liga. Seus amigos
dizem que você deve desencanar, que deve esquecer o cara, mas você sabe que
eles estão errados. Eles não sabem de nada. Algo de ruim deve ter acontecido,
deve haver um motivo sério para explicar o silêncio dele. O que você faz quando
finalmente descobre que tem razão? Que existe um motivo — e que esse motivo é a
única coisa que vocês não compartilharam um com o outro? A verdade.
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