Livros ** Loureiro: Júlio Dinis (6 livros)



domingo, 8 de novembro de 2015

Júlio Dinis (6 livros)
















A história dos amores e dos desencontros das órfãs Clara e Guida educadas por um velho pároco, no cenário da vida campestre portuguesa do século XIX. Cenário este, povoado por personagens cuja bondade só é maculada pelo moralismo quase ingênuo de “comadres intriguistas” que contribuem para o conflito amoroso.
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Uma Família Inglesa conta a história de amor conflituosos entre Carlos Whitestone – filho de uma família de comerciantes ingleses – e de Cecília, a filha do contador da loja dos Whitestone, num romance que tem como pano, a cidade do Porto do século XIX e que tem um enredo similar ao da Cinderela.
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A História de Henrique de Souselas, órfão rico residente em Lisboa, que aborrecido com o tédio da sua vida citadina, resolve ir repousar em uma aldeia minhota na casa da sua tia Doroteia. Aí se restabelece e conhece Madalena, a bela, elegante, inteligente e enérgica “morgadinha”, e apaixona-se por ela. No entanto, este amor não é correspondido, apesar de todos os seus avanços.
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Conta a história dos “fidalgos de Vilar dos Corvos”, uma família abalada por várias tragédias que vive numa antiga mansão antiga localizada no Alto Minho, apelidada de “Casa Mourisca”.
Mostra uma sociedade em mudança: de um lado, um velho solar quase desabitado, propriedade de uma aristocracia em decadência, representado por D. Luís, o dono da “Casa Mourisca”, do outro, uma nova burguesia rural, representada por Tomé da Póvoa, um antigo empregado de D. Luís que enriquecera.
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Coletânea de todos os poemas de Júlio Dinis, escritos ao longo da sua vida, com anotações do próprio autor a explicar ou a justificar alguns poemas.
Júlio Dinis, nunca publicou um livro de poemas em vida, apesar de os escrever esporadicamente para jornais ou folhetins. Não foi, porém, com grande surpresa, que três anos após o seu falecimento, em 1874, tenha sido publicado o livro “Poesias” que reúne mais de 100 poesias escritas por Júlio Dinis ao longa da sua vida, incluindo a juventude.
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Publicado pela primeira vez em 1870, a obra “Serões da Província” é uma compilação de contos e curtas novelas que Júlio Dinis publicou em folhetim no Jornal do Porto, entre 1862 e 1864.
Os temas e motivos destes contos e novelas são predominantes os mesmos que se encontram na obra romanesca do autor e que o definem. Júlio Dinis viu sempre o mundo pelo prisma da fraternidade, do optimismo, dos sentimentos sadios do amor e da esperança e isso reflete-se na sua obra escrita.
“O Espólio do Senhor Cipriano”, conta-se a história de Cipriano Martins, um homem com fama de avarento que, na hora da sua morte, deixa a irmã sem meios para lhe providenciar um funeral condigno.
“As Apreensões de uma Mãe” narra a história de amor entre dois enamorados separados pelo estatuto social e pelas oposição D. Margarida, preocupada com o futuro académico do seu filho Tomás.
“Os Novelos da Tia Filomela” é uma história de superstições populares acerca de uma mulher injustamente acusada de ser uma bruxa.
“Uma Flor entre o Gelo” aborda o caso curioso da loucura de um velho médico apaixonado, que decai da fé positiva na medicina na procura do elixir da longa vida.
“O Canto da Sereia” conta a história de um jovem pescador que se apaixona por uma voz que lhe chega do mar em noites tormentosas.
A novela “Justiça de Sua Majestade” tem uma particularidade: foi a primeira novela escrita por Júlio Dinis, em 1858, quando tinha 19 anos. O seu editor da altura, no entanto, não gostou da história e negou-se a publica-lo. Tal facto desencorajou Júlio Dinis de tal maneira que só apresentaria um novo romance (As Pupilas do Senhor Reitor) dez anos depois. A história seria depois acrescentada a “Serões da Província” a partir da terceira edição, já depois da morte prematura de Júlio Dinis e a pedido do pai dele. A ação da história gira em torno de encontros amorosos e fugazes, mas intensos, que ocorrem entre dois casais na corte da rainha D. Maria II.

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