O que é viver criativamente? É qualquer vida que seja mais
motivada pela curiosidade do que pelo medo.
Ao compartilhar histórias da própria vida, de amigos e das
pessoas que sempre a inspiraram, Elizabeth Gilbert reflete sobre o que
significa vida criativa. Segundo ela, ser criativo não é apenas se dedicar
profissional ou exclusivamente às artes: uma vida criativa é aquela motivada
pela curiosidade. Uma vida sem medo, um ato de coragem.
A partir de uma perspectiva única, Grande Magia nos mostra
como abraçar essa curiosidade e nos entregar àquilo que mais amamos. Escrever
um livro, encontrar novas formas de lidar com as partes mais difíceis do
trabalho, embarcar de vez em um sonho sempre adiado ou simplesmente acrescentar
paixão à vida cotidiana. Com profunda empatia e generosidade, Elizabeth Gilbert
oferece poderosos insights sobre a misteriosa natureza da inspiração.
* * *
Quando completou 30 anos, Elizabeth Gilbert tinha tudo que
uma mulher americana moderna, bem-educada e ambiciosa deveria querer um marido,
uma casa de campo, uma carreira de sucesso. Mas não se sentia feliz: acabou
pedindo divórcio e caindo em depressão."
"Comer, Rezar, Amar" é o relato da autora sobre o
ano que passou viajando ao redor do mundo em busca de sua recuperação pessoal.
* * *
A história de Comprometida começa 18 meses depois do fim do
livro anterior, crônica sobre o ano em que a autora enfrentou um divórcio, uma
depressão debilitante e outro amor fracassado até que se livrou de todos os
bens materiais, demitiu-se do emprego e partiu para uma viagem de um ano pelo
mundo, sozinha. Nos últimos capítulos de Comer, Rezar, Amar, Liz Gilbert
conhece o brasileiro Felipe. Naturalizado australiano e divorciado, ele vivia
na Indonésia quando conheceu Liz, 17 anos mais nova – é ele o “coroa” da
dedicatória do novo livro escrita em português até na edição de língua inglesa.
“Perto do fim da viagem, encontrei Felipe, que havia anos morava sozinho e
tranquilo em Bali. O que veio em seguida foi atração, depois uma lenta corte e,
finalmente, para nosso espanto mútuo, amor”.
* * *
Alma Whittaker nasceu na virada dos anos 1800, nos Estados
Unidos, filha de um ambicioso botânico que construiu por conta própria uma das
maiores fortunas da Filadélfia. Curiosa desde criança, e instruída com rigor
pela mãe holandesa, ela aos poucos abraça a mesma devoção do pai e, sozinha, se
dedica ao estudo das ciências naturais. Mas algo falta em sua vida. Desiludida
no amor, reservada e solitária, Alma conhece um jovem sonhador, exímio
desenhista de orquídeas que, assim como ela, é fascinado pelo mundo ao seu
redor. Esse é o início de uma intrincada e trágica relação, que a levará até os
confins da Terra para descobrir não apenas algo sobre ele, mas sobre sua
própria natureza. A partir de uma pesquisa minuciosa, e com uma escrita fluente
e cativante, Elizabeth Gilbert desfila personagens inesquecíveis: missionários,
abolicionistas e aventureiros; gênios e loucos, sonhadores e excêntricos. Ao
transportar o leitor para outra época e outras culturas, ela o faz descobrir,
assim como Alma, os segredos que a aguardam nos confins desse mundo
inexplorado.







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