Publicado em 1929, Adeus às Armas é o segundo romance do
escritor norte-americano Ernest Hemingway. O livro tem como tema central a
paixão de Frederic Henry – que se alista no exército italiano como motorista de
ambulância – pela enfermeira Catherine Barkley.
Narrado em primeira pessoa, Adeus às Armas revela-se uma
obra como poucas, aclamada pela crítica como o melhor livro de ficção produzido
sobre a Primeira Guerra Mundial. Hemingway conduz a narrativa de forma
dinâmica, ressaltando o teor dramático da trama e proporcionando ao leitor
algumas das páginas mais românticas e comoventes da literatura ocidental.
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Surgido postumamente, em 1964, o livro traz as memórias
parisienses do escritor americano Ernest Hemingway (1899-1961), que fez da
cidade o palco de seu aprendizado literário. O livro refere-se aos tumultuados,
loucos e felizes anos 20, e rememora a época, com revelações indiscretas sobre
F. Scott Fitzgerald e sua esposa Zelda.
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O romance se passa na Côte d’Azur durante a década de 20, e
conta a história de um jovem escritor americano, sua encantadora esposa e os
perigosos jogos eróticos que ambos começam a praticar quando se apaixonam pela
mesma mulher.
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As personagens que encontramos nesta obra de Ernest
Hemingway são o retrato da chamada Geração Perdida, os trintões dos anos 20,
que vivem num mundo ainda devastado pela Primeira Guerra Mundial e este romance
torna-se num romance de culto para os jovens, do período entre as duas Guerras
Mundiais. Um grupo de americanos e ingleses auto-exila-se em Paris na tentativa
de dar às suas vidas algum sentido. Nos anos 20 Paris fervilhava e era
conhecida a boémia esfuziante dos seus cafés e da sua intelectualidade.
Facilmente nos poderíamos cruzar com pessoas como Picasso, Miró, Matisse, James
Joyce ou o próprio Ernest Hemingway entre outros. E é neste meio que se
movimentam as várias personagens deste romance como por exemplo Jack Barnes, o
narrador, que viu a sua sexualidade devastada numa trincheira, durante a
guerra, a frívola Lady Ashley que só pensa no prazer carnal, o seu amante, o
toureiro Pedro Romero, o judeu auto-piedoso Robert Cohen, etc. No entanto, se
muitos consideram a vida em Paris muito interessante, outros acham-na vazia e
fútil e procuram refugiar-se no universo mais tradicional de Espanha.
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Essa é a história de um homem que convive com a solidão do
alto-mar, com seus sonhos e pensamentos, sua luta pela sobrevivência e sua
inabalável confiança na vida. Esse é o fio do enredo – fio tenso como o que
prende na ponta da linha o grande peixe que acaba de ser pescado – com o qual
Hemingway arma uma das mais belas obras da literatura contemporânea. Há 84 dias
que Santiago, um velho pescador, não apanhava um único peixe. Por isso já
diziam se tratar de um salão, ou seja, um azarento da pior espécie. Mas
Santiago possui têmpera de aço, acredita em si mesmo, e parte sozinho para o
mar alto, munido da certeza de que, desta vez, será bem- sucedido no seu
trabalho.
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Do outro lado do rio, entre as árvores, considerado um dos
melhores romances de Ernest Hemingway, recria episódios da Segunda Guerra
Mundial, narrados por uma personagem muito ao gosto de Hemingway, o coronel
Cantwell, velho combatente que passa as últimas vinte e quatro horas da vida na
estranha e bela cidade de Veneza. É o relato de um mundo violento e conturbado
pelos olhos de um homem que vai morrer.
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Esta comovente história, cujo pano de fundo é a Guerra Civil
Espanhola, narra três dias na vida de um americano que se ligara à causa da
legalidade na Espanha. Hemingway conseguiu que seus leitores sentissem que o
ocorrido no país ibérico em 1937 era apenas um aspecto da crise do mundo moderno.
A trama gira em torno de Robert Jordan, o americano integrante das Brigadas
Internacionais, que luta ao lado do governo democrático e republicano,
recebendo a missão de dinamitar uma ponte. Com ele está um grupo de
guerrilheiros/ciganos integrado por Pilar, mulher com extraordinária força de
vontade, o perigoso Pablo e a bela Maria. A relação entre Robert e Maria acabou
por se tornar uma das mais inesquecíveis histórias de amor da literatura
moderna e do cinema.
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Misturando ficção e autobiografia, Hemingway nos brinda com
Verdade ao Amanhecer, auto-retrato bastante revelador e crônica dramática de
seu último safári na África. Escrito em 1953, quando voltava de uma temporada
no Quênia, a obra tece uma história rica em humor e beleza.
Verdade ao Amanhecer começa no momento em que Pop, famoso
caçador, entrega a Hemingway a responsabilidade pela área de caça onde está seu
safári. O fato coincide com rumores de que o território poderá ser atacado por
uma organização africana que se opõe ao poder colonial dos ingleses. Enquanto o
ataque não vem, Mary, a esposa de Hemingway, empenha-se em caçar um leão pelo
qual está obcecada.
Acrescentando ao seu dramático painel humano pinceladas de
fino humor, Hemingway captura a excitação da caça aos grandes animais
selvagens, assim como a incomparável beleza do cenário africano, as grandes
planícies cobertas de neblina cinzenta, o perfil de zebras e gazelas contra o
horizonte, gritos de hiena ferindo a noite escura e gelada. Nesta obra, o autor
satiriza, entre outras coisas, o papel da religião organizada na África.
Reflete também sobre o próprio ato de escrever e sobre o papel do autor no
estabelecimento da verdade.







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