Livros ** Loureiro: Leticia Wierzchowski



sábado, 16 de maio de 2020

Leticia Wierzchowski








A Casa das Sete Mulheres é um envolvente romance histórico e de amor no cenário da Revolução Farroupilha de 1835, no Rio Grande do Sul. O romance mistura magistralmente realidade e ficção, narrando a aventura de sete mulheres da família de Bento Gonçalves, general e chefe da revolução que pretendia a república, a abolição da escravatura e a independência do Rio Grande do Sul, no Brasil da primeira metade do século XIX.
Com uma visão decididamente feminina e em volta de personagens centrais femininas, a autora descreve também cenas de batalha dignas de um livro de acção, em volta de fortes personagens masculinos.
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Bibico Nunes é um mulato de inesquecíveis olhos azuis que coleciona mulheres por onde passa, até o dia em que se apaixona por Cecília Antônia de Alfierez, a rica viúva de um deputado. Cecília, percebendo que está prestes a cair num despenhadeiro de amores, cria um sistema de regras para a sua paixão: um calendário com dias e horas para amar. Como na mitologia grega, quando as deusas do Olimpo disputam o belo Páris, filho do rei de Tróia, Bibico Nunes é um mulato ambicionado não apenas pelas mulheres de carne e osso, mas também pelas mulheres imortais, as deusas feitas de areia, de vento e de mar, senhoras do Cadomblé, Iansã, Oxum, Obá e Iemanjá. "De um grande amor e de uma perdição maior ainda" é um romance divertido,que conta a história de um "Páris" brasileiro, cuja paixão o leva a se meter em muitos problemas, até no maior de todos eles, o amor verdadeiro.
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O primeiro e o último verão conduz o leitor a reflexões sobre episódios vividos por Clara no passado durante um verão inesquecível na praia de Pinhal. Aos catorze anos, a garota se apaixonou e deu o primeiro beijo, mas foi também quando começou a descobrir todas as preocupações e decepções que existem nas relações de amor. No livro, a personagem revela como conheceu o amor e a morte, e viveu toda a dor e a poesia que há em deixar a inocência da infância para crescer, um processo melancólico e doloroso para todos nós.
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Em um tempo não identificado. num mundo em agonia e totalmente alagado. personagens inesquecíveis vivem uma trama inquietante - e cheia de surpresas. Para proteger a neta adolescente. grávida de 7 meses. Marcus decide levá-la para um lugar afastado. Lá. o frágil relacionamento de avô e neta será testado. e os dois terão que aprender a ceder para sobreviver em um mundo à beira do caos. "A Letícia é uma surpresa depois da outra. Pois os leitores devem se preparar para serem surpreendidos de novo. Os Aparados é um romance denso e bem construído. uma história de perdas e reconciliações." Luis Fernando Verissimo
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Neste novo romance de Leticia Wierzchowski, o narrador é um escritor mergulhado nas lembranças de Lylia, a mulher por quem ele foi apaixonado desde a infância. Os capítulos alternam as épocas da vida do narrador, entremeando as memórias dos verões na casa azul, onde Lylia era a presença mais forte; passagens do casamento com Isabela, que, após a paixão inicial, perde aos poucos o sentido; o reencontro quando jovens, o descompasso entre o desejo de ficarem juntos e as circunstâncias que os afastavam.• Leticia Wierzchowski é autora do best seller A casa das sete mulheres, Os Aparados, Uma ponte para Terebin, De um grande amor e de uma perdição maior ainda, entre outros.
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Publicado originalmente em 1999, este romance tem como personagem principal uma casa construída à beiramar e à beira do delírio. Uma casa que, na sua falta de lógica, lembra um labirinto. Ao circular por todos esses corredores, ao se perder nos muitos aposentos, o leitor visitará quase um século da história da família Serrat.
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Um farol enlouquecido deixa desamparados os homens do mar que circulam em torno da pequena e isolada ilha de La Duiva. Sob sua luz vacilante, a matriarca da família Godoy reconstitui as cicatrizes do passado. Em sua interminável tapeçaria, Cecília entrelaça as sinas de Ivan, seu marido, e de seus filhos ausentes, elegendo uma cor para cada um.
Com uma linguagem poética, a premiada escritora gaúcha Leticia Wierzchowski, autora de A casa das sete mulheres, dá voz e vida a cada um dos integrantes da família Godoy, criando uma história delicada e surpreendente, enriquecida por múltiplos e divergentes pontos de vista.
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Uma família do início do século - suas estranhezas, ódios, amores, polêmicas e tragédias - é o foco de O ANJO E O RESTO DE NÓS, romance de estréia de Leticia Wierzchoski. O livro é uma saga familiar, onde Leticia acompanha seus personagens através de gerações. "Tenho muito prazer em usar a herança genética", brinca a autora, que mistura qualidades e espalha defeitos de seus parentes, colocando-os em seus personagens. "A família é um baú de achados," diz a autora. O ANJO E O RESTO DE NÓS traz uma narrativa bem humorada e dinâmica, rica em emoção, detalhes, acontecimentos. Leticia prende a atenção até a última linha, criando uma ligação forte entre personagens e leitor. "Sempre me preocupo mais com o personagem do que com a estrutura do romance. Mais com a história do que com a narrativa. Mas é claro que prezo ambas as coisas," argumenta. E é assim que se descortinam as facetas das irmãs Rosa, Margarida, Gardênia e Violeta. Família iniciada pelo perfumista Apolinário Flores no início do século. Ao acompanhar as venturas e desventuras de cada uma delas, O ANJO E O RESTO DE NÓS esbarra no realismo fantástico, no qual Leticia se inspira: "Sou fã de Tabajara Ruas e Gabriel García Marquez". Loucura, estranhamento, assassinatos e até incesto permeiam a trama. Não há tempo para divagações e decisões são tomadas a todo instante. Num ritmo frenético, Leticia junta partos, enforcamentos, amores perdidos e achados. Um livro visceral, com uma grande carga criativa.
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Uma Ponte para Terebin - Leticia Wierzchowski:
A memória, como um rio, corre entre as margens da ficção, desenhando a trajetória de vida de Jan Wierzchowski, um jovem imigrante polonês que chega ao Brasil em 1936, três anos antes de a Polônia ser invadida pela Alemanha, assinalando assim o começo da Segunda Guerra Mundial.
A história de um avô que atravessou o mundo num navio e foi viver numa ruazinha sombreada de Porto Alegre. A história de um imigrante que tinha um sonho. A história de um soldado que viu o horror de perto. A história de um filho que ficou vinte e oito anos sem poder voltar para casa.
Uma ponte para Terebin é um romance sobre a vida e sobre as travessias sem volta. Um romance sobre a liberdade e sobre o preço que é preciso pagar por ela. Mas, acima de tudo, Uma ponte para Terebin é a história de uma caixa de retratos que, um dia, começaram a falar.

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