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terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Lars Kepler


O Hipnotista - Lars Kepler:
O Hipnotista, thriller policial sueco que se tornou um fenômeno internacional e arrebatou leitores em países como França, Holanda, Alemanha, Espanha, Itália e Dinamarca. O primeiro volume da série escrita por Lars Kepler, pseudônimo do casal Alexandra e Alexander Ahndoril, também será adaptado para os cinemas.
Com estreia prevista para 2012, o filme é dirigido pelo também sueco Lasse Hallström, diretor indicado ao Oscar por Regras da vida e Minha vida de Cachorro, e protagonizado por Mikael Persbrandt, ator de Momentos Eternos de Maria Larssons e Em um mundo melhor.
Em O hipnotista, os membros de uma família foram brutalmente assassinados. A única testemunha é o filho, um jovem traumatizado demais para falar. Na tentativa de solucionar o caso, o detetive Joona Linna pede ajuda a Erik Bark, um ex-hipnotista.

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O Pesadelo - Lars Kepler:
Após conquistar os leitores em O hipnotista, o detetive Joona Linna está de volta em O pesadelo. Best-seller internacional, o thriller policial de Lars Kepler foi aclamado por público e crítica em dezenas de países. Agora, o autor nos deixa sem fôlego com um novo quebra-cabeça, cujas peças o detetive mais carismático, intuitivo e obstinado da Suécia precisa encaixar. Tudo começa quando a polícia descobre o corpo de uma jovem dentro uma lancha à deriva no arquipélago de Estocolmo. Seus pulmões estão cheios d’água e os médicos legistas afirmam que ela morreu afogada. No entanto, o barco está em perfeito estado e o corpo e as roupas da mulher estão secos. No dia seguinte, um alto funcionário do governo sueco aparece enforcado em seu apartamento. Ele flutua no ar enquanto uma enigmática música de violino ressoa por todo o ambiente. Tudo indica que foi suicídio, mas o salão tem pé-direito alto e não há nenhum móvel em volta no qual ele possa ter subido. Encarregado de desvendar os dois mistérios, o detetive Joona Linna tenta estabelecer um vínculo entre esses acontecimentos que, à primeira vista, não têm relação. Ao descrever o curso vertiginoso de eventos para os quais a lógica é um mero prelúdio, o mais assustador em O pesadelo não são seus crimes horripilantes, mas a psicologia obscura de seus personagens, que mostram como somos todos cegos a nossas próprias motivações.
 


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